Sabe do que tenho saudade? De quando a gente se enfia debaixo do cobertor. Fico abismado como pode a terra ter tanta pirâmide, tanta fábrica de cerveja, tanto estádio de futebol coberto, tanta ilha nudista, tanto vulcão, e tudo que é legal se resumir debaixo da penugem de um cobertor quadriculado, mordendo seu queixo, te incomodando com beliscões, brincando de vulcões íntimo-particulares com aquele meu ar de sabichão, se é que me entende. Entende, entende.
(Gabito Nunes)
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